
Neste Post vamos explicar o funcionamento de um ar condicionado veicular partindo do princípio de que o fluido refrigerante utilizado apresenta características físico-químicas específicas, tendo sua aplicação limitada a sistemas de refrigeração e climatização. Esse fluido, erroneamente chamado de gás, muda de estado físico, passando do estado gasoso para líquido e do líquido para o gasoso, de acordo com as condições de pressão e temperatura do sistema. Atualmente, utiliza-se o fluido refrigerante R134-A tido como ecológico por não afetar a camada de ozônio, em substituição ao fluido R12.
Para que o fluido circule pelo sistema é necessário utilizar um compressor. Esse dispositivo está fixado por um suporte ao lado do motor e ligado a ele através de um sistema de polia e correia. Uma vez acionado, o compressor gera uma diferença de pressão no sistema aspirando e comprimindo o fluido constantemente, elevando sua temperatura e pressão.
Após a compressão, o fluido ainda no estado gasoso, é direcionado através de tubulações de alumínio para o Condensador que é uma espécie de trocador de calor localizado na dianteira do veículo, à frente do radiador do motor. Essa posição privilegiada permite uma eficaz troca térmica com o ar, retirando calor do fluido refrigerante, baixando assim sua temperatura.
Ao sair do Condensador o fluido agora no estado líquido, mas ainda sob elevada pressão, passa por um filtro chamado de “Filtro secador” cuja função é reter partículas de impureza, impedindo que as mesmas danifiquem outros componentes do sistema, além de absorver a umidade presente no fluido.
Uma vez limpo, o fluido, ainda líquido, é direcionado para a válvula de expansão onde ocorre uma brusca variação de pressão e conseqüente queda de temperatura. Essa condição, conhecida como expansão, transforma o fluido em gotículas microscópicas semelhante a névoa de perfume exalada por um desodorante spray.
Dentro do evaporador essa névoa de fluido circula por um caminho tortuoso, formado por pequenos tubos de alumínio curvado. Nesse momento o ventilador do painel do veículo lança uma massa de ar que foi retirada do habitáculo ou do ambiente externo. O ar, por estar mais quente que o fluido, sede parte do seu calor e umidade, transformando o fluido novamente em gás.
É essa massa de ar, que ao fornecer calor ao fluido, sai dos dutos de ventilação, refrigerando o interior do veículo.
Até o próximo Post.
Alexandre
Para que o fluido circule pelo sistema é necessário utilizar um compressor. Esse dispositivo está fixado por um suporte ao lado do motor e ligado a ele através de um sistema de polia e correia. Uma vez acionado, o compressor gera uma diferença de pressão no sistema aspirando e comprimindo o fluido constantemente, elevando sua temperatura e pressão.
Após a compressão, o fluido ainda no estado gasoso, é direcionado através de tubulações de alumínio para o Condensador que é uma espécie de trocador de calor localizado na dianteira do veículo, à frente do radiador do motor. Essa posição privilegiada permite uma eficaz troca térmica com o ar, retirando calor do fluido refrigerante, baixando assim sua temperatura.
Ao sair do Condensador o fluido agora no estado líquido, mas ainda sob elevada pressão, passa por um filtro chamado de “Filtro secador” cuja função é reter partículas de impureza, impedindo que as mesmas danifiquem outros componentes do sistema, além de absorver a umidade presente no fluido.
Uma vez limpo, o fluido, ainda líquido, é direcionado para a válvula de expansão onde ocorre uma brusca variação de pressão e conseqüente queda de temperatura. Essa condição, conhecida como expansão, transforma o fluido em gotículas microscópicas semelhante a névoa de perfume exalada por um desodorante spray.
Dentro do evaporador essa névoa de fluido circula por um caminho tortuoso, formado por pequenos tubos de alumínio curvado. Nesse momento o ventilador do painel do veículo lança uma massa de ar que foi retirada do habitáculo ou do ambiente externo. O ar, por estar mais quente que o fluido, sede parte do seu calor e umidade, transformando o fluido novamente em gás.
É essa massa de ar, que ao fornecer calor ao fluido, sai dos dutos de ventilação, refrigerando o interior do veículo.
Até o próximo Post.
Alexandre
Dicas AutoServiço
- Redução da quantidade de gás do sistema é indício de vazamento.
- Verifique o sistema de Ar Condicionado ao menos uma vez ao ano.
- Falta de fluido refrigerante ou excesso prejudica a eficiência do sistema.
Para saber mais sobre o assunto:
Gás do ar condicionado tem prazo de validade?
12 comentários:
Oi. Gostaria de saber qual a potencia e amperagem média que necessita-se para manter um ar condicionado veicular ligado. Pergunto isso pois me disseram que não devemos manter o ar condicionado funcionando quando o carro está desligado, pois força-se muito a bateria do veiculo e é prejudicial para o mesmo. Isto é verdade?
É impossivel ligar o ar condicionado com o motor desligado, o ar condicionado usa o motor para funcionar.
Olá, me chamo Paulo, resido em Recife-Pe e gostaria de saber por qual motivo o ar condicionado do meu corsa expulsa do compressor a mangueira de retorno (creio que é essa)? já por duas vezes estou eu no trânsito e levo um baita susto pelo o ocorrido. Vocês poderiam me dar alguma dica quanto a isso?
como falei, tenho um corsa 1.0 efi 1995, com 16000km rodados(carro novo), por esse motivo instalei um ar. O equipamento que tenho do ar são: compressor 10pr08; núcleo condensador original GM (importado); trocador de calor; filtro depurador, tudo novo.
Gostaria de saber os prós e os contras de se instalar ar condicionado em um uno 2010 1.0 vivace, pois o meu não tem e está fazendo muita falta neste calor.
Obrigado pela atenção.
Gostaria de saber por que, ao parar o carro,apos ter transitado com ele por um tempo,o mesmo joga água fora ,tipo um vazamento?Dizem que é do Ar condicionado?Pura curiosidade !!!
Grato.Possuo um vectra elegance 2010.
O ar condicionado joga água fora porque o ar frio consegue carregar uma quantidade de vapor d'água menor do que o ar quente. Assim, quando o ar esfria até a temperatura chamada "ponto de orvalho" (temperatura na qual, dado o valor atual de umidade absoluta, a umidade relativa é 100%), parte do vapor contido nele se condensa, resultando naquela água que todo ar condicionado, veicular ou residencial, derrama.
Prós: conforto térmico, e maior segurança decorrente da viabilização de se transitar com vidros fechados.
Contras:
1. Quando você resolver trocar de carro, a diferença de preço que vai conseguir por ter ar condicionado será menor do que o enorme valor investido. Além disso, não é possível transferir o aparelho a outro carro de modelo diferente, e a qualidade é inferior à de um ar condicionado instalado como opcional no carro zero. Portanto, se pretender trocar de carro em breve, troque por um que já tenha ar condicionado como opcional; só compensa instalar no carro velho se você estiver certo de que vai demorar MUITO para trocá-lo.
2. Dizem, mas não sei se é verdade, que carro 1.0 perde signficativa potência quando se liga o ar, o que pode representar algum perigo nas ultrapassagens. Confirme com outras pessoas se essa informação procede ou não.
Olá. Queria saber até que ponto o ar condicionado e o ar quente são sistemas diferentes. A questão é: se eu ligar o ar condicionado e colocar no quente estou usando o ar quente do ar condicionado ou estou misturando o ar frio do ar condicionado com o ar quente que geralmente acompanha qualquer veículo?
Boa noite, sua explicação foi perfeita! Tenho um problema no meu ar, Prisma 2008, parou de funcionar, levei pra ver se era a famosa "carga de gás". O profissional colocou o aparelho com 3 mangueiras e ligou o sistema, disse então que não era carga de gás. Me disse que era o módulo do carro que não estava enviando sinal pro sistema de ar. Achei estranho, então ele me recomendou um outro profissional que só mexe com módulo, parece que abre o módulo e faz manutenção. Gostaria de saber se essas informações procedem, pois o cara me cobrou 500,00 para ajustar o módulo! Grsto desde já
Boa noite, sua explicação foi perfeita! Tenho um problema no meu ar, Prisma 2008, parou de funcionar, levei pra ver se era a famosa "carga de gás". O profissional colocou o aparelho com 3 mangueiras e ligou o sistema, disse então que não era carga de gás. Me disse que era o módulo do carro que não estava enviando sinal pro sistema de ar. Achei estranho, então ele me recomendou um outro profissional que só mexe com módulo, parece que abre o módulo e faz manutenção. Gostaria de saber se essas informações procedem, pois o cara me cobrou 500,00 para ajustar o módulo! Grsto desde já
digao , cara esse problema e dificl acontecer , mais temos dois modulos no seu veiculo um no painel , quando aperta o botao o mesmo envia pulso para o sistema de reles e outra a central de injeção que tambem recebe esse pulso para permitir o atracamento do compressor leve o veiculo a um especialista pois ambas centrais sao caras boa sorte
paulo , o problema ai esta ou na valvula torre do compressor do ar que esta trabalhando fora de pressao adquada ou no interior do proprio compressor ,obstrução dos componentes envolvidos levam a tal ocorrido leve a algum especialista da area boa sorte
sim tem razao
Postar um comentário